
Durante minha internação perdi muitos acontecimentos a exemplo esta "pedalada", ocorrida em terras Portuguesas, segue um trecho da matéria com o link.
"Pelotão solidário visa alertar e sensibilizar
Para assinalar o Dia Mundial do Linfoma, comemorado a 15 de Setembro, a Associação Portuguesa de Leucemias e Linfomas (APLL), em parceria com a Roche, lançam a edição de 2009 do passeio de bicicletas Pedalar contra o Linfoma.
Pedalar Contra o Linfoma visa alertar e sensibilizar para este tipo de cancro, considerado uma das seis primeiras causas de morte oncológica em Portugal mas ainda desconhecido para a maior parte dos portugueses."
Link: Pedalar contra o Linfoma
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
Pedalar contra o Linfoma...
Postado por Tadeu Nogueira às 23:21 0 comentários
Marcadores: matéria, Pedalar contra o Linfoma
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Matéria da revista da ABRALE...
"Meu caro diário...", com esse título André Cid inicia a matéria da revista da Abrale deste trimestre. A matéria trata do assunto escrita terapeutica, no por que de escrever, o que nos levou a isso e em que ajuda sentimental e mentalmente, Aqui tem um pequeno trecho da matéria que participamos eu, Bruna e a Carin:
Clique na imagem para melhor vizualizar...
"Para receber a Revista ABRALE gratuitamente basta preencher um dos cadastros abaixo e enviar para divulgacao@abrale.org.br, coloque no assunto do e-mail “Quero receber a revista ABRALE”.
Obs: Envio da revista será efetuado mediante a análise e aprovação do cadastro."
Fonte: Site da ABRALE...
Agradecimento especial a Sara que nos indicou como blogueiros para a entrevista.
Abraços...
Postado por Tadeu Nogueira às 06:09 1 comentários
Marcadores: entrevista, matéria, revista ABRALE, terapia
quinta-feira, 9 de abril de 2009
Programa: Nú com Linfomaníaco II

Fiquei algum tempo sem postar, não é mesmo, mas venho com uma novidade, a continuação do programa "Nu com Linfomaniaco", boa leitura;
Linfomaníaco - Olá pessoal, aqui estamos para mais um bloco de “Nu Com Linfomaníaco"... como vocês se lembram estávamos conhecendo um pouco mais o Linfoma Não-Hodgkin....
[vaias]
...Pois é acho que não gostaram muito daquele seu comentário eheheh...
Linfoma Não-Hodgkin - Ahh... não sou muito de ligar para a opinião dos outros, a maioria preferiria não me conhecer, ou só me conhecer pelos livros e histórias que ouvem...
L. - Bom... voltemos a nossa calorosa entrevista...
No ultimo bloco você nos disse que você se define em dois termos: Indolente e Agressivo, e que o agressivo responderia muito melhor ao tratamento, mas cá entre nós, qual seria esse tratamento?
L.N.H. – Vejamos por onde começo... após o diagnóstico, e fazer algumas biópsias e exames, o paciente parte para a quimioterapia, que com algumas substancias fazem com que minha massa (em outras palavras, meu tamanho) diminua e me destrua conseqüentemente, triste não??? Não é em todos os casos mas pode ser feito ainda um transplante de medula óssea e finalizando a radioterapia...
L. – Nossa é algo demorado então. O que seria essa quimioterapia?
L.N.H. – A quimioterapia é o método que utiliza compostos químicos, no tratamento de doenças causadas por agentes biológicos. Quando aplicada ao câncer é chamada de antineoplásica ou antiblástica. O primeiro quimioterápico antineoplásico foi desenvolvido a partir do gás mostarda, usado como arma química. Após a exposição de soldados a este agente, observou-se que eles desenvolveram hipoplasia (diminuição da atividade formadora dos tecidos orgânicos) medular e linfóide, o que levou ao seu uso no tratamento dos linfomas malignos. Atualmente, quimioterápicos mais ativos e menos tóxicos encontram-se disponíveis para uso na prática clínica. Os avanços verificados nas últimas décadas, na área da quimioterapia antineoplásica, têm facilitado consideravelmente a aplicação de outros tipos de tratamento de câncer e permitido maior número de curas.
L. – E o que é essa tal medula óssea?
L.N.H. - É um tecido líquido que ocupa o interior dos ossos, sendo conhecida popularmente por 'tutano'. Na medula óssea são produzidos os componentes do sangue: as hemácias (glóbulos vermelhos), os leucócitos (glóbulos brancos) e as plaquetas.
L. – E o que seria o transplante de medula óssea?
L.N.H. – Esse tipo de tratamento só é para algumas doenças malignas que afetam as células do sangue. Ele é a substituição de uma medula doente, por células normais de medula, com o objetivo de reconstituição de uma nova medula. O transplante pode ser separado em 2 tipos: autólogo ou autogênico, quando a medula ou as células provêm do próprio indivíduo (receptor). Ele é alogênico, quando a medula ou as células provêm de outro indivíduo (doador). Mas não é assim tão fácil, para o transplante ser bem sucedido ambos, doador e receptor, devem ser compatíveis.
L. – Como assim?
L.N.H. - Para que se realize um transplante de medula é necessário que haja uma total compatibilidade tecidual entre doador e receptor. Caso contrário, a medula será rejeitada. Esta compatibilidade tecidual é determinada por um conjunto de genes que devem ser iguais entre doador e receptor. Esta análise é realizada em testes laboratoriais específicos, a partir de amostras de sangue, chamados de exames de histocompatibilidade. Com base nas leis de genética, as chances de um indivíduo encontrar um doador ideal entre irmãos (mesmo pai e mesma mãe) é de 35%, e de um doador com nenhum grau de parentesco é mais difícil ainda, porém há casos, e inclusive um banco de doadores.
L. – E como posso participar desse banco para possivelmente ajudar alguém?
L.N.H. - Você precisa ter entre 18 e 55 anos de idade e estar em bom estado geral de saúde (não ter doença infecciosa ou incapacitante). É possível se cadastrar como doador voluntário de medula óssea nos Hemocentros em todos os estados. Em São Paulo, além do Hemocentro da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, temos ainda Hemocentro Regional de Ribeirão Preto, Hemocentro Regional de Marília, Hemocentro Regional de Campinas e o Hemocentro Regional de Botucatu. Na doação será retirada uma pequena quantidade de sangue (5ml) e preenchida uma ficha com informações pessoais. Seu sangue será tipificado por exame de histocompatibilidade (HLA), que é um teste de laboratório para identificar suas características genéticas que podem influenciar no transplante. Seu tipo de HLA será incluído no cadastro. Seus dados serão cruzados com os dos pacientes que precisam de transplante constantemente. Se você for compatível com algum paciente, outros exames de sangue serão necessários. Se a compatibilidade for confirmada, você será consultado para confirmar que deseja realizar a doação. Seu atual estado de saúde será avaliado. A doação é um procedimento que se faz em centro cirúrgico, sob anestesia peridural ou geral, e requer internação por um mínimo de 24 horas.
L. – Ahh, e dói?
L.N.H. – O doador sente um incomodo nos dias seguintes, mas no ato da doação, ele será anestesiado.
L. – Incrível nossa tecnologia médica heim!!! Ahh, e você ainda tinha dito algo sobre uma tal radioterapia não é mesmo, mas isso vai ficar para o próximo bloco, onde teremos a resposta ao que seria radioterapia, reações e efeitos colaterais dos tratamentos, e muito mais...não percam.
Postado por Tadeu Nogueira às 18:41 1 comentários
Marcadores: alogenico, autologo, entrevista, hodgkin, linfoma, matéria, não-hodgkin, transplante
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Extra!!! Extra!!! Extra!!!

"Videogame ajuda pacientes adolescentes com câncer a enfrentar a doença
Pesquisadores da Universidade Stanford, na Califórnia, avaliaram a utilização de um videogame como auxiliar no tratamento de crianças e adolescentes com câncer, melhorando sua relação com o tratamento e a doença. Em pacientes com doenças malignas muitas vezes o tratamento sofre a interferência da falta de aderência às orientações dos médicos. Uma dificuldade especial são os remédios prescritos que às vezes têm efeitos indesejados. "
Matéria completa: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL716649-5603,00-VIDEOGAME+AJUDA+PACIENTES+ADOLESCENTES+COM+CANCER+A+ENFRENTAR+A+DOENCA.html
E a minha mãe mandava eu largar o videogame e ir pra rua heim...UAhUAhA
Postado por Tadeu Nogueira às 08:43 1 comentários
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Matéria...
Trago a voces uma matéria publicada no site "Paraná OnLine". Nela temos uma noção de como ela ocorre pela Mutação genética, Possibilidade de cura, Diagnóstico, e como verão mais abaixo uma pesquisa nacional a respeito do assunto.
"Linfoma é o 5º tipo de câncer mais freqüente no mundo
No Brasil, 66% o desconhecem completamente. É o que revelou uma pesquisa realizada recentemente pelo Instituto Datafolha.
A incidência dos linfomas cresceu nas últimas duas décadas cerca de 4% a 5% ao ano. Uma incidência cada vez maior na população mundial.
"O problema é que muita gente desconhece a doença que hoje em dia tem altas taxas de cura quando diagnosticada precocemente", reconhece o hematologista Carlos Chiattone, presidente da Sociedade Brasileira de Hematologia e Hemoterapia. Em Curitiba, por exemplo, a pesquisa apontou que 61% dos entrevistados acreditam, erroneamente, que a leucemia é mais freqüente do que o linfoma."
"Pesquisa nacional
* 66% desconhecem o linfoma
* Dos 34% que já ouviram falar, 89% desconhece seus sintomas
* 67% acredita que a leucemia é mais freqüente do que os linfomas
* 45% dos que já ouviram desconhecem suas características
* 56% não souberam dizer se linfoma tem tratamento
* 35% não saberiam qual especialista procurar para o diagnóstico correto"
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Link para a matéria completa: http://www.parana-online.com.br/canal/vida-e-saude/news/341904/
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Postado por Tadeu Nogueira às 03:58 0 comentários



